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Página inicial > Visita Técnica à Agência Mexicana de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento
  • 21/09/15
  • 17h22


Foto: Dean Calma / IAEA

O Embaixador Laércio Antonio Vinhas assumiu hoje a presidência da Junta de Governadores da Agência Internacional de Energia Atômica, a AIEA.

Laércio Vinhas é o chefe da missão brasileira junto à AIEA, e a Junta de Governadores da organização elegeu por aclamação o representante brasileiro como o Presidente da Junta de Governadores para 2015-2016. Seu mandato começa hoje.

Em janeiro de 2012, o Doutor Laércio Vinhas assumiu como Representante Permanente do Brasil junto à AIEA e à Organização do Tratado para a Proibição Completa dos Testes Nucleares. Ele trabalhou entre 1965 e 2011 na Comissão Nacional de Energia Nuclear brasileira em diferentes funções, incluindo Diretor do Instituto de Radioproteção e Dosimetria, Chefe do Serviço de Salvaguardas, Coordenador-Geral de Assuntos Internacionais e Diretor de Radioproteção e Segurança Nuclear.

Em sua carreira como pesquisador, gestor, professor universitário e orientador acadêmico, o Doutor Laércio Vinhas adquiriu vasta experiência em áreas relacionadas com a energia atômica, incluindo física e segurança nuclear, salvaguardas, informação pública e planeamento para emergências. Ele tem sido membro das delegações brasileiras na AIEA desde 1990.

O Embaixador Vinhas também foi membro da Comissão de Padrões de Segurança Nuclear da AIEA (CSS), do Grupo Assessor de Alto Nível sobre Implementação de Salvaguardas (SAGSI) e do Grupo Internacional de Segurança Nuclear (INSAG).

Bacharel em Física pela Universidade de São Paulo e doutor em Física Nuclear da Universidade de Campinas, Vinhas é autor e co-autor de cerca de 50 publicações científicas e 60 trabalhos científicos apresentados em simpósios e conferências nacionais e internacionais.

Clique no “Leia mais” para ler, em inglês, o discurso proferido hoje pelo Embaixador Laércio Vinhas.

  • 10/06/15
  • 11h34

O Ministro das Relações Exteriores, Embaixador Mauro Vieira, publicou um artigo no jornal japonês Asahi Shimbun sobre o compromisso com o desarmamento nuclear como instrumento de promoção de um mundo mais seguro. Passados quarenta e cinco anos da entrada em vigor do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP), em 1970, foi possível obter amplo êxito na prevenção da proliferação de armas nucleares entre países que não as detinham – mas houve poucos avanços no que diz respeito à eliminação, pelos Estados nuclearmente armados, dos arsenais nucleares por eles mantidos. A promoção do desarmamento nuclear deve ocupar posição prioritária na agenda da comunidade internacional. Leia, abaixo, o artigo do Ministro Mauro Vieira.

Desarmamento nuclear, um dever para a humanidade

Neste ano, observa-se o 70º aniversário dos bombardeios atômicos de Hiroshima e Nagasaki. É uma oportunidade para refletir, mais uma vez, sobre as consequências do uso de armas nucleares.

Não obstante a não adoção de um documento final consensual na IX Conferência de Exame do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares, as discussões evidenciaram que a maioria dos países quer avançar, com senso de urgência, na proibição e eliminação das armas nucleares. Ações ainda podem ser tomadas neste ano nos foros multilaterais voltados ao desarmamento e na Assembleia Geral das Nações Unidas. O ano de 2015 poderá ser crucial para o desarmamento nuclear, e o 70º aniversário dos ataques a Hiroshima e Nagasaki deve servir como símbolo dessa luta.

Muitos empenham-se para que a memória dos ataques nucleares de 1945 permaneçam como testemunho do abominável poder destrutivo desenvolvido pelo homem. Isso fortalece a convicção de que temos a responsabilidade coletiva de trabalhar por um mundo livre de armas nucleares.

Todos reconhecem o afinco com que o Japão tem trabalhado a favor desse objetivo, não só por meio de ações de Governo, mas também com o empenho incansável da sociedade civil. A atuação dos "hibakusha" tem sido particularmente nesse sentido.

O Brasil, como país de maior população nipodescendente do mundo, se orgulha de ter acolhido mais de 120 "hibakusha", que fundaram a Associação Hibakusha-Brasil pela Paz, com sede em São Paulo, e têm desempenhando relevante papel na divulgação de suas experiências para a sociedade brasileira.

  • 28/04/15
  • 19h01

O Representante Permanente do Brasil junto às Nações Unidas, Embaixador Antonio de Aguiar Patriota, discursou na Conferência de Exame das Partes do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), iniciada ontem. Confira a tradução do texto do discurso:

“Senhora Presidenta,

Ao longo das próximas quatro semanas, avaliaremos quão exitosos fomos em implementar as disposições do Tratado nos últimos cinco anos. Para o Brasil, a medida desse êxito está intrinsecamente ligada à plena realização da permuta básica do TNP. O persistente hiato verificado na implementação das obrigações de não proliferação e desarmamento desmoraliza a "barganha" entre Estados nuclearmente armados e não nuclearmente armados e ameaça corroer a fundação sobre a qual o regime foi construído.

O sistema fortalecido de exame levou à adoção de importantes compromissos, especialmente os treze passos práticos em direção ao desarmamento nuclear, em 2000, e o Plano de Ação de 2010.

No entanto, a implementação desses compromissos tem sido, no mínimo, deficiente, inclusive com o malogro da convocação de uma Conferência para o estabelecimento de uma zona livre de armas nucleares e outras armas de destruição em massa no Oriente Médio. Não obstante reduções unilaterais e bilaterais de arsenais e o incremento da coordenação entre os Estados nuclearmente armados, que são benvindos, preocupa-nos a falta de progresso real e irreversível em matéria de desarmamento.

O Brasil não pode aceitar que o ônus do regime estabelecido pelo TNP continue a recair exclusivamente sobre os Estados não nuclearmente armados, com a sempre crescente imposição de demandas que vêm afetar apenas aqueles que já cumprem fielmente com suas obrigações no âmbito do Tratado. Tentativas de reforçar os compromissos em não proliferação, sem avanços concretos prévios em desarmamento nuclear, irão apenas erodir ainda mais o edifício do TNP.”

  • 01/05/14
  • 10h22

Está sendo realizada, de 28 de abril a 9 de maio, em Nova York, a III Sessão do Comitê Preparatório da Conferência de Exame de 2015 do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP). O Chefe da Delegação brasileira, Embaixador Pedro Motta Pinto Coelho, realizou a intervenção brasileira por ocasião do Debate Geral. O discurso brasileiro ressaltou a necessidade de que o desarmamento nuclear ocupe posição prioritária na agenda da comunidade internacional. Passados mais de quarenta anos da entrada em vigor do TNP, em 1970, foi possível obter amplo êxito na prevenção da...

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