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Página inicial > Diplomacia Cultural
  • 15/10/15
  • 17h34

O Itamaraty realizará, entre 19 e 23 de outubro de 2015, o seminário "História da África e Relações com o Brasil". O evento contará com a participação de historiadores, professores e especialistas, como Williams Gonçalves, Marcelo Bittencourt, Carlos Milani, Pio Penna Filho, José Flávio Sombra Saraiva, o Embaixador Alberto da Costa e Silva, entre outros. O seminário será aberto a estudantes, diplomatas, centros de estudo afro-brasileiros e ao público em geral. O evento busca aprofundar conhecimentos sobre os principais aspectos do desenvolvimento da África nos últimos...

  • 25/08/15
  • 10h02

O Instituto Rio Branco completou 70 anos em 2015. Trata-se da terceira academia diplomática mais antiga do mundo, após a Academia de Viena (Áustria) e a Pontifícia Academia Eclesiástica do Vaticano. Desde a sua fundação, em 1945, em meio às comemorações do centenário do Barão do Rio Branco, o instituto tem formado os diplomatas brasileiros, selecionados por meio de concurso público.

Leia abaixo o discurso do Embaixador Luiz Felipe de Seixas Corrêa na cerimônia de setenta anos do Instituto Rio Branco, celebrada no dia 11 de agosto. O Embaixador Seixas Corrêa foi Secretário-Geral das Relações Exteriores, Embaixador do Brasil no México, na Espanha, na Argentina, na Alemanha e junto à Santa Sé, além de Representante Permanente do Brasil em Genebra e Cônsul-Geral do Brasil em Nova York.

Setenta Anos do Instituto Rio Branco: Experiências e Sentimentos de um Ex-Aluno Recém Aposentado

“Tendo tido a sorte de ser aprovado aos 19 anos de idade no primeiro concurso que prestei no hoje longínquo  Brasil de 1964, lembro-me de uma vaga sensação de temor reverencial, encantamento e obrigação de estar à altura do desafio quando começaram as aulas do primeiro ano do Curso Rio Branco em 1965. Como Sérgio, o herói de Raul Pompéia, ao cruzar as portas do Ateneu  ouviu de seu pai: “Vais encontrar o mundo – coragem para a luta!”

Éramos 18. Muitos já nos deixaram. Sendo o mais moço da turma, fui o último a me aposentar em  julho passado, ao completar, como o Instituto Rio Branco, 70 anos.

Fiz todo o trajeto: o Curso de Preparação à Carreira Diplomática (2 anos em tempo integral), o Curso de Aperfeiçoamento de Diplomatas (CAD) para poder ser eventualmente removido para o Exterior e o Curso de Altos Estudos (CAE), aliás o primeiro, se não me engano, que passou a ser exigido para a promoção a Ministro de Segunda Classe.

E acho que só tive coragem para a luta, como aconselhara o pai a Sergio, porque o Curso Rio Branco e a carreira me prepararam adequadamente para enfrentar o mundo.

Hoje, ao celebrarmos o septuagésimo aniversário da fundação formal do Instituto, fiquei muito honrado pelo convite do Sr. Ministro de Estado para falar. E aqui estou para partilhar com a benevolente audiência de colegas, de alunos, de colegas estrangeiros, um pouco de meus sentimentos e de minha experiência.

Digo fundação formal porque o Rio Branco foi para todos os efeitos pré-criado pelo Barão. Funcionava na Confeitaria Colombo, na Rua do Ouvidor, no velho centro do Rio de Janeiro onde o  Barão convidava de tempos em tempos para um almoço ou um chá os candidatos que lhe eram indicados ou que se apresentavam para ingressar na carreira.

Luis Gurgel do Amaral descreve no seu livro de memórias “O meu velho Itamaraty (de Amanuense a Secretário de legação – 1905-1913)” o ritual: “as empadinhas, os camarões recheados, as coxinhas de galinha e, por último, os doces e até os complicados fios d’ovos desapareciam. Servia-se champagne.” Minha avó materna me dizia sempre, ao corrigir meus modos, que é na mesa de refeições  que a educação e a correção das pessoas se revela. Dois dedos de prosa,  uma certa maneira de manejar os talheres, o ritmo da ingestão dos alimentos, o guardanapo bem colocado no colo e usado ligeiramente antes e depois de tomar algum líquido, podem perfeitamente indicar a uma pessoa experiente a qualidade, a civilidade e a propensão do individuo para a convivência pessoal e profissional.

Assim foram escolhidos muitos grandes nomes que, em torno do Barão, construiram a cultura do Itamaraty! Eram decerto outros tempos. A diplomacia era ainda uma atividade formal e elitista. Nosso país apenas iniciava sua lenta caminhada para implantar e consolidar as instituições republicanas. Como a simbolizar a transição, bem de acordo com as tradições brasileiras, o Ministério das Relações Exteriores foi confiado a um Barão monarquista.

  • 11/05/15
  • 11h43

O Instituto Rio Branco, a academia diplomática brasileira, completa 70 anos em 2015. O Ministro das Relações Exteriores, Embaixador Mauro Vieira, publicou artigo no jornal Folha de S. Paulo para celebrar a data. Leia o artigo a seguir: Instituto Rio Branco, 70 anos O Instituto Rio Branco completou 70 anos neste sábado (18). É a terceira academia diplomática mais antiga do mundo, após a Academia de Viena (Áustria) e a Pontifícia Academia Eclesiástica do Vaticano. Desde a sua fundação, em 1945, em meio às comemorações do centenário do Barão do Rio Branco, o instituto tem...

  • 04/12/14
  • 17h32

Foi realizado, de 1 a 5 de dezembro de 2014, no Instituto Rio Branco, o II Curso "O Mundo Islâmico: Sociedade Cultura e Estado", após a realização da primeira edição, em novembro de 2013, em parceria com a Federação das Associações Muçulmanas do Brasil (FAMBRAS). Participaram do curso funcionários do Itamaraty, de outros Ministérios e órgãos do Governo Federal e diplomatas de países sul-americanos, com um total de mais de cerca de 100 inscritos. O curso, com carga horária de 20 horas, foi dividido em seis módulos. O primeiro tratou da história do surgimento, dos...

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