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  • 05/09/14
  • 18h41

O acervo de obras de arte do Ministério das Relações Exteriores recebeu esta semana uma contribuição muito especial. O fotógrafo Sebastião Salgado e a curadora Lélia Wanick Salgado doaram ao Itamaraty 24 fotografias sobre temas amazônicos, entre as quais destaca-se Xamãs do Xingu.   A doação de Sebastião e Lélia Salgado vem somar-se a recentes doações de artistas como Darlan Rosa, Eduardo Eloy, Iara Freiberg, Marcia de Moraes, Maria Lynch, Marília Bulhões, Omar Franco, Paulo Almeida, Paulo Rafael e Renata Egreja. O Departamento Cultural do Itamaraty, por sua vez, iniciou,...

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  • 21/07/14
  • 16h43

Article by Roberto Jaguaribe, Ambassador of Brazil to the United Kingdom – London, 18 July 2014. Artigo do Embaixador do Brasil junto ao Reino Unido, Roberto Jaguaribe – Londres, 18 de julho de 2014.It would be an understatement to say the World Cup didn’t quite turn out as Brazilian fans hoped, or indeed expected. But one of the beauties of football is how unpredictable it can be. And, needless to say, the German team deserve plaudits for their performance and for becoming world champions for the fourth time.Taking into account all that happened off the pitch, however, the World Cup...

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  • 30/05/14
  • 20h45

Encerra-se hoje a semana da África. De 25 de maio, dia da África, até hoje, Embaixadas e Consulados africanos no Brasil, Universidades e ONGs mobilizaram-se por todo o Brasil para celebrar, discutir e difundir a riqueza e a diversidade da cultural e da realidade africanas.

A África desponta como um continente em dinâmico processo de transformação política, econômica e social, com potencial de se consolidar como um centro manufatureiro moderno, com crescente geração de emprego. Desde o início da década de 2000, o continente tem apresentado índices de crescimento acima da média mundial. A África Subsaariana cresceu à taxa média de 5,3% entre 2000-2012 e, dos dez países com maior crescimento no mundo no período, seis são africanos. Aos investimentos que buscam desenvolver o potencial do continente na mineração e na agricultura, somam-se grandes projetos em áreas como telecomunicações, infraestrutura e serviços bancários. A alta dos preços de produtos de base explica apenas parte desse crescimento. Devem ser mencionados outros fatores, como a constante expansão dos mercados internos e melhores práticas de gestão. Graças a esse quadro, o continente conseguiu se recuperar da crise financeira de 2008 com relativa rapidez.

Ao longo da década de 2000, a África também desenvolveu parcerias que abriram novas alternativas ao frequentemente assimétrico relacionamento norte-sul. O Brasil, movido por um desejo de reconciliação plena com a sua própria história e pelo engajamento mais profundo com sua vizinhança no Atlântico Sul, tem buscado ser contribuir para este momento de transformações, e é hoje percebido pelos parceiros africanos como um país próximo, que conseguiu alçar-se de uma situação de subdesenvolvimento e dependência da exportação de produtos de base à condição de economia industrializada, que conta com um setor agrícola variado e dinâmico. Também são valorizadas a relevante base acadêmica e científica brasileira, a proximidade cultural e as políticas sociais, que reduzem a pobreza e promovem maior igualdade. Muitos países africanos veem o processo de desenvolvimento brasileiro como potencial fonte de inspiração.

No quadro da política exterior brasileira, a África é uma área de permanente interesse estratégico. Fatores econômicos e políticos, bem como vínculos culturais e afinidades de diversas naturezas unem o Brasil à África. Entre eles destaca-se a consciência da população brasileira de sua raiz africana. Atualmente, segundo dados do IBGE, 53% dos brasileiros se definem como afrodescendentes, a segunda maior população afrodescendente do mundo, após a Nigéria. Nesse sentido, o Brasil defendeu a declaração, pelas Nações Unidas, de 2011 como Ano Internacional dos Afrodescendentes. Vale destacar que as entidades de promoção da igualdade racial e de valorização da cultura negra são verdadeiros motores do movimento que aproxima Brasil e África, e traduzem anseios da sociedade brasileira que ultrapassam considerações de política externa.

A partir de 2003, as relações com a África tornaram-se prioritárias para o Brasil. Estabeleceram-se parcerias estratégicas com Angola e África do Sul e mecanismos de diálogo estratégicos com Argélia e Egito, e intensificaram-se iniciativas e contatos não apenas com os países de língua portuguesa ou àqueles de maior peso político ou econômico, mas praticamente todos os países africanos.

Categoria: Blog

  • 26/05/14
  • 08h52

Foto: Logan Abassi UN/MINUSTAH

Foto: Logan Abassi UN/MINUSTAH

A Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH) foi criada pela Resolução nº 1542 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em 30 de abril de 2004. Desde então, a convite da ONU, o Brasil contribui com tropas e policiais para a MINUSTAH e oficial-general brasileiro (atualmente, o General-de-Divisão José Luiz Jaborandy) exerce o comando das forças militares ("Force Commander"). Atualmente a chefia geral da MINUSTAH cabe à trinitária Sandra Honoré.

A MINUSTAH está no Haiti a pedido do Governo local e lá se mantém por interesse haitiano – manifestado expressamente pelos Presidentes Préval e Martelly. A Missão busca contribuir para a segurança do povo haitiano e ajudar a manter a ordem democrática.

Desde a chegada do contingente multinacional, houve duas eleições presidenciais, e a fase crítica de emergência humanitária pós-terremoto de 2010 foi superada. Do ponto de vista da garantia da segurança, a Missão tem sido bem sucedida contra gangues que antes agiam livremente na capital, Porto Príncipe, sobretudo nas zonas de Belair, Cité Soleil e Cité Militaire.

A MINUSTAH tem desempenhado papel importante na formação da Polícia Nacional Haitiana, que passou de 5 mil policiais, em 2004, para cerca de 11 mil hoje, num país onde não há Forças Armadas.

Com o terremoto, em janeiro de 2010, a MINUSTAH reorientou suas atividades para também apoiar os esforços humanitários e o resgate das vítimas, além de seguir contribuindo para a manutenção da estabilidade no Haiti.

A participação das tropas brasileiras na MINUSTAH, além de consolidar o perfil brasileiro de contribuinte para missões de paz da ONU e como promotor do desenvolvimento, contribui para o aperfeiçoamento do treinamento das Forças Armadas brasileiras em áreas como segurança, engenharia e assistência humanitária e proteção civil em situações de risco e de desastres. Esse treinamento vem sendo muito útil para que, no seu retorno ao Brasil, nossas tropas possam incorporar a experiência adquirida no Haiti em seu trabalho no território brasileiro.

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